Cachorro com frio: 8 cuidados para deixar seu pet quentinho

Os melhores produtos pet do mercado

No inverno, é normal ver os nossos queridos cachorros com frio, procurando um lugar para se esquentar, afinal, eles sentem o clima da mesma maneira que nós. Ao contrário dos humanos, eles não conseguem se proteger do frio sem ajuda, por isso, precisam do auxílio dos tutores.

E você, sabe como protegê-los do ar gelado do inverno? Para te ensinar algumas das melhores técnicas de como deixar o seu pet quentinho durante o período, preparei um conteúdo com todas as dicas para seu bichinho ficar sempre aquecido.

Continue a leitura e confira!

1. Deixe a casa ou cama do pet bem quentinha

Se o seu amigo peludo costuma ficar em uma casinha ou cama para cachorro, priorize deixá-la o mais quente possível durante os dias frios. Coloque vários cobertores e mantas que ajudem a manter o local aquecido, além de tornar o ambiente ainda mais confortável para o seu cãozinho.

Deixe a caminha dele em um espaço que a família costuma estar sempre presente no frio, como a sala. Com isso, ele não fica sozinho e permanece em um ambiente aquecido e com muito calor humano.

cachorro preto deitado em cima de uma cama para pet

Isso é algo muito importante, pois no inverno os cães gostam de dormir mais, com filhotes ficando na média de 16 horas de sono e os adultos por volta de 10 horas.

Confira em nosso blog qual é o melhor modelo de cama para cachorro: de pelúcia ou de plástico!

2. Coloque um bom agasalho no seu peludo

Nesse período mais fresquinho, é fundamental garantir que o seu pet esteja bem agasalhado e aquecido com as roupas adequadas. Elas deixam o seu amigo de quatro patas super fofinho e ainda o mantém com o corpo quente, evitando que ele passe frio, fique resfriado, gripe ou fique doente.

cachorro com frio e agasalhado com uma roupa azul

Escolha peças que proporcionem conforto ao seu cão, respeitando o seu tamanho e formato de corpo para que ele possa continuar se movimentando livremente.

Ah, outra coisa muito importante e que você não pode se esquecer, é de manter a roupinha dele bem limpa e higienizada. Dessa forma, é possível manter bactérias, germes e outros micro-organismos longe do seu peludo.

3. Depois do banho, deixe ele bem sequinho

Após o banho, nos dias mais frios, dê uma boa caprichada na secagem do seu pet. Evite deixar o pelo dele úmido, pois isso pode causar uma proliferação de micro-organismos, além de uma possível hipotermia. Na verdade, nunca é bom deixar os pet com a pelagem úmida, já que isso pode ocasionar problemas de pele.

Os tutores também devem ter atenção com as tosas realizadas no período. O ideal é aumentar o intervalo entre elas, isso por que a pelagem também funciona como uma barreira térmica, fazendo com que o cão fique menos exposto ao o frio.

Então, equilibre as tosas higiênicas, mas nunca deixe de fazê-las. A escovação também é essencial para garantir o seu pet livre dos nós e outros problemas na pelagem.

Veja também: Pode dar Banho no Cachorro no Frio? Entenda com a Líder!

4. Faça os passeios em horários mais quentes

Se a dica no verão é dar banho no cachorro para passear nos momentos mais frescos do dia, nos dias frios, ela se inverte. No inverno, busque passear com o seu cãozinho somente nos horários em que ainda há um sol forte, como na hora do almoço.

Evite também os passeios quando houver muito vento. Esse ar gelado é bem desconfortável para os bichinhos e deixa o pet mais suscetível a desenvolver doenças, como a otite e outras inflamações nas orelhas.

5. Evite deixá-los dormir no chão

Como vimos nos tópicos anteriores, é muito importante providenciar um local aquecido e longe das correntes de ar gelado. E outro ponto que ajuda a mantê-los bem quentinhos é evitar que eles durmam em contato direto com o chão.

cachorro com frio deitado no chão

Por isso, invista em uma boa cama para cachorro e cubra o chão com papelão, isso vai aumentar o isolamento térmico e deixar o seu cãozinho ainda mais confortável durante sua noite de sono.

6. Proteja bem as patas do seu bichinho

Nesse período, você precisa prestar bastante atenção às patas do seu peludo. Quando estão desprotegidas, elas ficam expostas a queimaduras causadas pelo frio, principalmente nos dias em que acontecem as geadas.

Por isso, vale a pena investir em algum sapatinho para o pet. Outra dica é sempre limpar as patas e secá-las após os passeios fora de casa, para tirar toda a umidade.

7. Vacine o seu cachorro contra a gripe

Da mesma forma que precisamos nos vacinar contra as doenças, os cãezinhos também precisam desse importante reforço de proteção contra doenças. No inverno, uma das enfermidades mais comuns é a gripe e, por isso, é importante manter a vacinação do seu pet sempre em dia.

Consulte o seu veterinário e garanta a vacina da gripe para o seu peludo. Dessa forma, você protege seu melhor amigo e também outros animais que convivem ou entram em contato com ele.

8. Não ofereça nada quente para os cães

Ah, vale lembrar que mesmo que para nós seja uma ótima pedida tomar uma sopinha ou um café quentinho, não ofereça nada quente ao seu pet sem orientação. Os alimentos devem ser oferecidos na temperatura ideal, como frutas que o seu cachorro pode comer.

Entenda a sensibilidade térmica do seu cão

Muitos tutores acreditam que a pelagem do cachorro é uma proteção universal, mas a verdade é que o conforto térmico é algo muito particular. Cada animal reage ao frio de uma forma única, dependendo da sua genética, idade e até do estilo de vida que leva. 

Entender essa sensibilidade é o primeiro passo para não subestimar o impacto das temperaturas baixas no bem-estar do seu amigo.

Quais raças precisam de proteção redobrada?

Nem todo cão foi “projetado” para encarar o inverno. Existe uma diferença enorme, por exemplo, entre um cão de pelagem dupla, que possui um subpelo denso capaz de criar uma barreira isolante natural, e cães que são naturalmente mais sensíveis.

Raças como Pinscher, Greyhound (Galgo Inglês), Whippet e o Galgo Italiano possuem uma estrutura física muito específica: eles são naturalmente magros e têm pouquíssima gordura subcutânea. 

Sem essa “camada extra” de proteção, eles perdem calor corporal de forma muito mais rápida. Por outro lado, cães de pequeno porte, como o Yorkshire ou o Shih Tzu, têm uma proporção entre corpo e pele que favorece a dissipação rápida do calor. 

Para esses amigos, o inverno não é apenas um clima fresco, é um desafio metabólico constante. Nesses casos, o uso de roupinhas e uma caminha que ofereça suporte térmico elevado não é luxo; é necessidade básica para que eles não gastem energia tentando se manter aquecidos durante o sono.

O sinal do frio: além dos tremores

O tremor é o sinal mais óbvio de que o corpo está tentando gerar calor, mas quando o seu cão começa a tremer, ele já está em um estágio de desconforto avançado. O tutor atento percebe que o frio se manifesta de formas mais silenciosas, mas igualmente preocupantes.

Se o seu pet está mais prostrado, evitando brincadeiras que antes ele amava, ou se ele passa o dia inteiro tentando se encolher no canto mais abafado da casa, ele está sinalizando que o ambiente atual não está sendo suficiente para mantê-lo confortável. 

Outro ponto de atenção é a mudança no apetite: muitos cães perdem o interesse por atividades e até pela alimentação quando o esforço para se manter aquecido vira a prioridade do dia. 

Se você notar que o seu companheiro está relutante em sair da cama ou que ele procura contato físico constante apenas para tentar ganhar calor, é hora de avaliar se o refúgio dele está oferecendo a proteção necessária. 

O conforto não é apenas sobre o que ele veste, mas sobre o ambiente que você prepara para ele descansar.

Qual é o papel do ambiente no controle térmico?

Tão importante quanto saber identificar se o seu cão está com frio é entender como o ambiente da casa pode estar trabalhando contra (ou a favor) do bem-estar dele. 

Muitas vezes, o culpado pelo desconforto não é o clima lá fora, mas a forma como o “refúgio” do pet foi montado dentro de casa.

Por que dormir no chão é um risco à saúde?

Você já teve a sensação de que, mesmo coberto, o frio parecia vir debaixo? Para os cães, isso é uma realidade constante. Quando o seu pet dorme diretamente sobre pisos como cerâmica, porcelanato ou laminados, ele sofre uma perda de calor chamada condução. 

Em resumo, o chão gelado “rouba” o calor corporal do cão, obrigando o organismo dele a trabalhar dobrado apenas para manter a temperatura estável durante o sono.

É por isso que, no inverno, uma caminha comum não basta. Se ela for fina ou tiver um enchimento que deforma facilmente, o cão acaba ficando em contato direto com o piso frio. 

A Cama Fluffy foi pensada justamente para resolver esse problema: com seu matelassê aveludado resistente.

Sua estrutura garante que o peso do pet seja distribuído sem que a base colapse, mantendo-o sempre elevado e isolado da friagem do chão. Assim, protege não só o calor do corpo, mas também as articulações que sofrem com o contato com superfícies duras e geladas.

Cão de porte médio de pelagem de cor caramelo e branca deitado dentro de uma caminha em formato de toca ou iglu marrom de pelúcia, em uma sala de estar.
A cama Fluffly mantém seu pet quentinho, confortável e relaxado no inverno. Fonte: Líder da Matilha

Criando um refúgio térmico eficiente.

Montar o ambiente perfeito não exige transformações complexas na casa, mas sim inteligência na escolha do local e dos materiais. 

Primeiro, a regra de ouro: a caminha deve estar sempre em um ponto estratégico, longe de corredores onde passam correntes de ar ou de portas que, ao serem abertas, trazem o “sopro” do tempo frio.

Além do posicionamento, o material faz toda a diferença. O ideal é buscar superfícies que proporcionem um “toque de maciez que abraça”. A Cama Fluffy se destaca aqui por utilizar um tecido interno em Flannel, que é a escolha ideal para o inverno. 

O Flannel não é apenas macio ao toque; ele tem uma capacidade incrível de retenção de calor, garantindo que o cão se sinta envolvido em um abraço quente assim que se deita. 

Combinando esse tecido de alta tecnologia com um local tranquilo e protegido, você cria um verdadeiro refúgio térmico, em que o seu cão pode relaxar, sabendo que o seu ambiente de descanso está mantendo o microclima ideal, mesmo que a temperatura lá fora caia.

Rotina de inverno: muito além de apenas um agasalho

Proteger o seu cão vai muito além de escolher o suéter mais bonito ou a caminha mais macia. O inverno traz mudanças sutis no comportamento e no funcionamento do organismo do animal, e a nossa rotina de cuidados precisa acompanhar esse ritmo. 

Pequenos ajustes no dia a dia ajudam a garantir que o seu pet passe pela estação mais fria com muito mais saúde e disposição.

O ritual do sono: preparando para uma noite quentinha

Um dos maiores erros que cometemos, sem perceber, é permitir que o pet suba em sua caminha com as patinhas úmidas ou sujas após um passeio final. 

A umidade é uma grande inimiga do conforto térmico: ao se deitar em uma caminha de alta qualidade, como a cama pet Fluffy, o pet precisa encontrar um ambiente seco para que o calor do corpo seja retido corretamente.

Antes de liberá-lo para o descanso noturno, crie o hábito de verificar as almofadinhas das patas. Se estiverem úmidas, seque-as gentilmente com uma toalha macia. 

Esse gesto simples de carinho não só mantém a caminha protegida e higienizada, como também ajuda a baixar a adrenalina do pet, sinalizando que é hora de relaxar. Quando o cão se sente confortável e seco, ele entra em um estado de repouso muito mais profundo e reparador.

A importância da hidratação no ar seco

O inverno no Brasil, especialmente em muitas regiões, é marcado por um clima de baixa umidade, que deixa o ar bastante seco. O que muitos tutores não percebem é que essa secura afeta os cães de forma silenciosa.

Assim como nós, eles podem sofrer com o ressecamento das mucosas (como o nariz e a boca), o que os torna mais suscetíveis a irritações e desconfortos respiratórios.

A desidratação no inverno é um risco real, pois o cão, por sentir menos calor, tende a beber menos água naturalmente. 

Para evitar isso, mantenha os potes de água sempre limpos e em locais de fácil acesso, espalhando mais de um ponto de hidratação pela casa, se necessário. 

Se o seu pet tiver dificuldade em beber água pura, considere oferecer alimentos úmidos ou uma ração que ajude a manter o equilíbrio hídrico. 

Manter o organismo do cão bem hidratado é essencial para que o sistema imunológico dele permaneça forte, combatendo naturalmente as doenças sazonais típicas da estação.

A saúde da pelagem como escudo contra o frio.

Muitos tutores focam apenas na temperatura do ambiente e esquecem que a pele e os pelos do cachorro são, na verdade, o seu primeiro e mais importante “agasalho”. 

Durante o inverno, a forma como você cuida dessa barreira natural determina se o cão passará a estação sofrendo ou protegido.

Escovação: mais que beleza, é circulação de calor.

A escovação regular é uma das ferramentas mais subestimadas para o controle térmico. Quando um cão acumula nós ou pelos mortos, ele perde a capacidade natural de manter uma camada de ar aquecido entre a pele e a pelagem. 

Além disso, a escovação estimula a circulação sanguínea na superfície da pele, o que ajuda o cão a sentir menos frio naturalmente.

Se o seu pet utiliza roupas, a escovação é ainda mais obrigatória. O atrito do tecido da roupa contra o pelo pode criar “tufos” ou nós invisíveis que, se não forem removidos, causam desconforto e impedem a respiração correta da pele.

O perigo da umidade oculta na pelagem

Já mencionamos a importância de secar as patas, mas o cuidado deve se estender ao corpo todo, especialmente se o seu cão tem pelagem densa. A umidade que fica retida próxima à pele cria um ambiente propício para a proliferação de fungos e bactérias.

No inverno, a pele tende a ficar mais seca e sensível. Por isso, a escolha de um ambiente de descanso que priorize a respirabilidade, como a Cama Fluffy, é essencial. 

Ela mantém o pet aquecido pelo contato, mas o tecido interno permite que a pele respire, evitando que o calor retido se transforme em umidade que favoreça irritações. O resultado é um pelo mais saudável, macio e uma pele que cumpre sua função de proteger o seu melhor amigo contra as baixas temperaturas.

Viu como é essencial proteger o seu peludo do frio? Agora que você sabe como fazer isso, que tal conferir nosso post sobre as principais doenças de cachorro? Acesse o nosso conteúdo e saiba como preveni-lo!

Dúvidas frequentes dos tutores

Cuidar de um cão no inverno exige atenção aos detalhes que passam despercebidos pela maioria. Como tutor, você já entendeu que o conforto não é apenas acessório, mas uma estratégia de saúde preventiva. Abaixo, esclarecemos os pontos que costumam gerar mais insegurança nesta época do ano.

Quais são os cuidados especiais para o pet idoso no inverno?

Se o seu companheiro já está na “melhor idade”, o inverno merece atenção redobrada. Assim como acontece com humanos, a queda na temperatura provoca a contração muscular e o enrijecimento dos tecidos. Isso pode agravar quadros de artrose, artrite e outras dores articulares.

Nessa fase, o frio é um gatilho para o desconforto crônico. Por isso, a regra de ouro para o idoso é o isolamento absoluto do chão. Garantir que ele descanse em uma caminha com estrutura firme, como a Cama Fluffy, é fundamental para que ele não precise fazer esforço extra ao levantar ou deitar, preservando as articulações. 

Mantenha o idoso sempre aquecido, mas evite pisos escorregadios, que podem causar acidentes e aumentar a tensão sobre as patas já sensíveis. O descanso em um local aquecido é, para o cão idoso, um dos melhores tratamentos paliativos contra a dor.

Posso usar aquecedores artificiais?

A resposta curta é: com muito cuidado, mas prefira o isolamento térmico. Aquecedores elétricos ou de ar, embora tragam uma sensação imediata de calor, possuem efeitos colaterais que podem prejudicar o seu pet. 

Eles retiram a umidade do ar, deixando-o extremamente seco, o que irrita as vias aéreas do cachorro, especialmente raças braquicefálicas (focinho curto), como o Buldogue, que já possuem maior dificuldade respiratória.

Além do risco de ressecamento, existe o perigo real de queimaduras caso o pet se aproxime demais da fonte de calor enquanto dorme, ou até acidentes com fios elétricos. 

Em vez de depender de aquecedores artificiais, que deixam o ambiente instável, o ideal é investir no isolamento passivo. 

Uma caminha de alta qualidade, com tecido interno em Flannel e enchimento que retém o calor corporal do próprio cão, é uma solução muito mais segura, eficaz e saudável. 

Você cria um microclima de conforto constante ao redor dele, sem agredir as vias respiratórias e sem os riscos de aparelhos elétricos ligados sem supervisão.

Resumo

  • Raças de pequeno porte e com pouca gordura subcutânea perdem calor rápido e exigem barreiras térmicas ativas.
  • O piso é o maior dreno de energia térmica; caminhas estruturadas que não colapsam são a principal defesa contra o frio.
  • Higienizar patinhas e manter o pet seco evita a proliferação de fungos e desconforto térmico.
  • Idosos sofrem com a rigidez causada pelo frio; caminhas firmes protegem contra o agravamento de dores articulares.
  • Tecidos tecnológicos, como o Flannel e acabamentos aveludados, oferecem retenção térmica sem causar o abafamento que irrita a pele.
Itens para seu Pet

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ganhe um cupom para sua primeira compra

COMPARTILHE