Cachorro com ansiedade: descubra tudo sobre esse problema!

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A ansiedade é um problema que aflige tanto nós, tutores, quanto os nossos pets, não é mesmo? Os sinais são diferentes e alguns são difíceis de identificar. Com sintomas que são confundidos com outras doenças, a ansiedade não é lembrado como fator causador.

A agitação do pet, desobediência, respiração ofegante e realizar ações atípicas são alguns dos muitos detalhes que podem ser considerados fatores de ansiedade. Porém, saiba que isso tem como ser remediado com alguns cuidados.

Então, para te ajudar a identificar com mais assertividade a ansiedade canina e tratá-la, separei um conteúdo completo para você descobrir quais são os sintomas desse problema. Continue a leitura e confira tudo sobre esse tema!

O que causa ansiedade no cachorro?

O cachorro desenvolve ansiedade por diversos motivos, como a ausência do tutor, falta de passeios, solidão, falta de gasto energético e necessidade de socialização com outros animais. Ou seja, o isolamento do pet é um dos fatores mais comuns de causar ansiedade.

Ela normalmente é acompanhada tanto de sinais de comportamento quanto físicos como excesso de saliva e lambedura da pata.

Outro fator que é comum de ser visto nos peludos é a Síndrome da Ansiedade da Separação. Isso acontece quando os bichinhos não sabem como lidar com a ausência do tutor em longos ou curtos períodos. Nesse caso, os pequenos estão acostumados com uma rotina que o tutor fica constantemente junto, sem equilibrar essa relação.

Pensando nesses causadores de ansiedade canina, é recomendado que o tutor equilibre o convívio com o seu pet. Assim, é possível evitar a sensação de solidão do animal e conseguir desenvolver uma independência emocional nele. Então, com tempo e técnicas de adestramento o seu amigo de quatro patas consegue ter uma estabilidade emocional melhor.

Para ficar mais claro os fatores de originam a ansiedade, separei esses 3 principais pontos:

  • Falta de adestramento para equilibrar o comportamento;
  • Baixa socialização com outras pessoas e animais;
  • Falta de gasto energético e passeios.

Vale lembrar que cada raça tem suas necessidades e demandas, uma vez que os comportamentos mudam entre elas, há a diferença de gasto energético, disposição e territorialismo. Um exemplo, o Husky Siberiano é um cão mais bagunceiro que precisa de mais passeios e interações que tenham gasto energético.

Assim, é fundamental conhecer sobre as características do animalzinho para manter uma rotina saudável. Dessa maneira, incluir passeios, brincadeiras, técnicas de adestramento e uma boa alimentação se torna essencial para evitar diversas patologias.

Entenda o que se passa na cabeça do seu cão

É muito comum confundir o tédio com a ansiedade, mas entender essa diferença muda o jogo. O tédio é quando o cão não tem o que fazer e decide brincar com o controle remoto ou com o pé da mesa porque, bem, ele precisa se mexer. 

Assim, a ansiedade é mais profunda: é um medo constante, uma sensação de que algo está errado ou de que algo ruim vai acontecer.

Quando o cão vive em um estado de ansiedade, o corpo dele libera hormônios como o cortisol, que deixam o organismo em “modo de combate” o tempo todo. 

Então, ele não consegue relaxar, não consegue dormir direito e qualquer barulho na rua vira um motivo para ele disparar. Não é bagunça, é desespero.

O instinto de proteção: quando a ansiedade é na verdade medo

Muitas vezes, a gente acha que o cachorro é “bravo” ou “reativo”, quando na verdade ele está apenas apavorado. 

O instinto de sobrevivência dos cães é muito forte. Se ele não se sente seguro em casa, ou se ele tem medo de barulhos, de estranhos ou até mesmo do vácuo da sua ausência, a ansiedade aparece como uma armadura.

Ele tenta controlar o ambiente para garantir a própria segurança. E se ele percebe que o tutor também está nervoso, o cão acaba “espelhando” essa energia. Desse modo, ele sente que precisa cuidar de tudo, e isso é um peso enorme para carregar.

O mito do “cachorro bagunceiro”: ele não quer te irritar, ele quer pedir ajuda

Esqueça a ideia de que o cachorro é vingativo. Os cães vivem no presente. Eles não planejam “hoje vou comer o sofá porque meu dono saiu”. 

A destruição é apenas uma das formas que eles encontram para liberar a energia acumulada que está queimando por dentro.

Imagine que você está preso em uma sala trancada, sem nada para fazer, morrendo de medo e com energia sobrando. Você provavelmente bateria na porta, andaria de um lado para o outro ou gritaria. 

Dessa forma, para o seu pet, roer o sofá é o equivalente a bater na porta. É a forma dele dizer: “Eu preciso de você, eu preciso de algo para fazer, eu estou sofrendo aqui sozinho”. Quando a gente entende isso, a raiva passa e dá lugar à vontade de ajudar.

O primeiro passo para vencer a ansiedade não é a bronca, é a conexão. Observe os momentos em que ele fica mais agitado. 

É quando você sai? Quando chove? Quando tem barulho de obra? Identificar o gatilho é o segredo para começarmos a construir um novo cenário de segurança para ele.

Sinais de ansiedade do pet

Como dito antes, os cachorros desenvolvem ansiedade por conta de uma série de fatores. Porém, os sinais desses quadros podem variar, sendo representado com sintomas físicos e emocionais. Dessa maneira, identificar o que está acontecendo com o nosso companheiro pode ser um desafio.

Primeiro ponto é ter sempre um especialista de segurança, ou seja, um veterinário para você consultar e analisar os sintomas do seu pet. Além disso, analise a rotina de seu amigo peludo, ele tem passeios constantes? Fica longos períodos isolados? Apresenta sinais de tristeza?

A partir disso, ao levar o seu aumigo no veterinário, anote os sintomas que são vistos na rotina. Entre os principais sinais da ansiedade, você pode notar principalmente:

1 – Falta ou excesso de apetite

O apetite é uma das principais maneiras de notar alterações de humor e saúde dos peludos. Afinal de contas, não é comum os pets se recusarem a se alimentar ou ter um apetite insaciável. Esse sinal é um alerta de desequilíbrio na saúde do pet.

Esse problema é preocupante, uma vez que este pet não se alimenta direito por longos períodos o seu organismo fica vulnerável. Então, é indicado sempre buscar solucionar esse problema para evitar que o pet desenvolva outras doenças provenientes da ansiedade.

2 – Lambedura excessiva nas patas

Os cãezinhos liberam o estresse de diferentes maneiras, como sair correndo por aí, latir e se lamber demasiadamente. As patas são partes do corpo do pet que são afetadas com essas ações, sendo comum surgir ferimentos, machucados ou reações.

Além das patas, os cachorros também podem começar a ter costumes de lamber outras regiões do corpo, como barriga e costas. Uma dica para solucionar esse problema é verificar se não é nenhum problema dermatológico, como dermatite canina e adicionar atividades para desestressar o pet.

3 – Aumento na produção de saliva

O organismo de um cão ansioso tem suas alterações, ficando em estado de alerta por longos períodos. Essa mudança faz com que a frequência respiratória aumenta, a circulação sanguínea mude e como consequência um aumento na produção de saliva que pode preocupar os tutores.

Esse sintoma é visto em dias com calor intenso, interferindo na capacidade de deglutir e outros problemas bucais. Porém, se o tutor perceber isso em períodos atípicos, ou seja, dias comuns, é necessário dar uma atenção extra para o cãozinho. Uma dica é considerar fazer um passeio e gastar um pouco de energia do pet.

Atenção: lembre-se dos animais braquicefálicos e suas diferenças, esses peludos tendem ter dificuldades em respirar e regular a temperatura do corpo. Então, saiba quais as características do seu cão e não evite em buscar um auxílio veterinário.

4 – Comportamento atípico: agitação e desobediência

Um dos sinais que representam a alteração emocional do cão é a sua mudança de comportamento. Quando o animal fica longos períodos sozinho, a tendência é que ele desenvolva um comportamento mais destrutivo para chamar a atenção do tutor.

Com a falta de um adestramento e uma ausência constante do tutor, o pet pode ter maior agitação, desobediência e destruir itens para chamar a atenção. Isso também representa um quadro de ansiedade e de acúmulo de energia.

Em casos que a família viaja, é fundamental deixar o animal sob os cuidados de alguém de confiança. Assim, esse tutor provisório dará conforto para o pet, além de garantir um bom gasto de energia, evitando o estresse e a ansiedade.

Ah, não posso deixar de comentar que há raças de cachorros que são mais agitados. Nesses casos é necessário mais atividades físicas e interações para que ele não fique irritado ou desenvolva esse comportamento destrutivo.

5 – Choros, latidos e uivos

É natural um cachorro latir e se manifestar em situações, porém sempre com um equilíbrio. Existem aqueles tipos de aumigos que apresentam poucos sons, já outros vivem latindo e uivando. Desse jeito, compreenda qual é a personalidade do seu pet e analise as suas alterações.

Um detalhe é que esses choros, latidos e uivos podem ser desencadeados com alguma ação do tutor, por exemplo na hora de sair ou na chegada do trabalho. Quando essa agitação for exagerada e constante, provavelmente o seu cão está sofrendo com a sua ausência e precisa de uma atenção maior.

Esses sinais são importantes para entender como está a estabilidade emocional do seu animalzinho.

Criando um ambiente que acalma 

Às vezes, a ansiedade do seu pet é apenas uma resposta a um ambiente que ele não consegue entender ou controlar. Transformar a sua casa em um verdadeiro refúgio é o primeiro passo para reduzir o cortisol no organismo dele.

Como montar um cantinho da calma que realmente funcione

Todo cão precisa de um espaço que seja 100% dele. Não precisa ser algo luxuoso, mas deve ser um lugar onde ele nunca seja incomodado. Se ele estiver nesse cantinho, ele sabe que está seguro. 

Portanto, evite locais de passagem, como corredores ou perto da porta de entrada, onde o movimento é constante. O ideal é um canto tranquilo, com uma caminha confortável, onde ele possa observar a família sem ser o centro das atenções.

Brincadeiras que relaxam: gastando energia mental

Cansar o corpo é importante, mas cansar a mente é o que realmente acalma um cão ansioso. Brinquedos de “rechear” são grandes aliados aqui. O ato de lamber, roer e cheirar são atividades naturais que baixam a frequência cardíaca do cão. 

Além disso, tente servir parte da refeição dele dentro de um brinquedo interativo ou espalhar ração pela casa para que ele tenha que “caçar” o alimento. Isso transforma a hora de comer em um desafio mental prazeroso.

Dicas práticas para tornar o ambiente mais seguro quando você não está

Quando você sai, o silêncio e o vazio da casa podem ser desesperadores. Muitos tutores percebem uma melhora significativa ao deixar uma música ambiente suave (estilo clássico ou sons de natureza) ou um podcast baixinho tocando. Isso preenche o vazio sonoro. 

Ainda mais, garantir que ele tenha acesso a uma luz natural e a brinquedos que ele só ganha quando você sai torna o momento da sua saída algo não tão ruim assim.

Como diminuir a ansiedade do cachorro?

Agora que você já sabe como identificar alguns sinais de ansiedade no cachorro, vou contar como você pode diminuir esse estado. Para resolver a ansiedade dos cachorros, você precisa estar equipado com peitorais, coleiras, guias, brinquedos e uma boa dose de paciência.

Continue a leitura e confira algumas dicas que podem te ajudar nesse condicionamento e reduzir os sintomas do seu parceiro:

1. Mantenha uma rotina de passeios e interação com o pet

Pode parecer uma dica boba, porém, é uma ação super importante para tratar do psicológico, emocional e físico do cãozinho. Todos os cachorros precisam gastar um pouco de energia, brincar e se divertir ao ar livre, então sempre considere colocar essas atividades no dia a dia. Ah, dê uma espiada em alguns brinquedos para cachorro ansioso, eles podem auxiliar nas interações com o pet!

Dependendo da raça, manter uma rotina de atividades físicas mais intensa é ainda mais importante. Por exemplo, os Border Collies são pets que precisam correr, pular e brincar. Enquanto isso, os Buldogues são mais pacatos e precisam de caminhadas mais leves.

2. Deixe por perto os brinquedos que ele mais gosta

Os brinquedos e os ursinhos também dão confiança e conforto para os pets. Então, porque não dar o brinquedo favorito com o seu pet quando você estiver ausente? Essa é uma maneira de evitar que eles sintam-se sozinhos por longos períodos e também ajuda na distração durante esse tempo.

3. Ofereça uma alimentação saudável para o seu cãozinho

Uma dieta mais balanceada e nutritiva faz com que a saúde do animal seja fortalecida. Outro ponto é que ajuda a estimular uma alimentação constante e saudável, evitando que o pet fique vulnerável. Algumas frutas e petiscos para animais também são bem-vindos para alegrar o seu amigo peludo.

4. Mostre-se presente e use técnicas de adestramento

O seu controle sob o cão é uma forma de você tranquilizá-lo. Adestrar os pets e mostrar o seu poder de comando ajuda a diminuir a postura de alerta do cão. Assim, ele pode reagir com mais conforto e tranquilidade em diversos períodos do dia.

Essa dica deve ser feita com moderação, então nada de amedrontar ou reprimir o pet. O ideal é realizar um treinamento constante e sempre guiando-o para um comportamento mais saudável.

O seu papel no adestramento (sem gritos, com conexão)

Adestrar não é sobre “mandar” no seu peludinho, é sobre ensinar a ele como viver em um mundo que, muitas vezes, não faz sentido nenhum para ele. 

Assim, quando você assume o papel de guia, você tira um peso enorme das costas do seu cão, porque ele para de sentir que precisa tomar todas as decisões.

Comandos básicos que trazem segurança e foco

Ensinar o “fica”, o “senta” ou o “aqui” (vir quando chamado) são ferramentas de segurança. Mas, para um cão ansioso, o comando mais importante é o foco em você. 

Quando o seu AUmigo aprende a olhar para você durante um momento de estresse, você consegue interromper o ciclo da ansiedade. Treinar esses comandos em casa, em momentos de tranquilidade, cria uma “ponte” de comunicação que será acionada quando o bicho pegar lá fora.

O reforço positivo: como recompensar os acertos sem mimar

O segredo do adestramento moderno é simples: o que é recompensado, tende a se repetir. Se o seu doguinho está latindo porque você está saindo, e você volta para dar carinho para ele parar, você está recompensando o latido. 

Então, o jogo vira quando você recompensa o silêncio. Começou a ficar calmo? Recompense. Deitou na cama para cachorro sozinho? Recompense. Isso não é “mimar”, é mostrar para ele o caminho mais curto para ganhar a sua atenção.

Como sua própria calma influencia o estado emocional do seu peludo

Você já percebeu que, quando você está estressado, o seu cachorro fica mais agitado? Eles são mestres em ler nossa linguagem corporal. Se você chega em casa já tenso, esperando que o cão tenha feito bagunça, ele sente isso. 

Dessa forma, tente respirar fundo antes de abrir a porta. A sua calma é o melhor calmante que você pode oferecer a ele. Se você estiver equilibrado, você se torna o “porto seguro” que ele precisa para se acalmar também.

Quais traumas podem aumentar a ansiedade do cachorro?

Anteriormente foi citado uma série de motivos que causam ansiedade no pet. No entanto, os traumas desencadeiam também esse problema emocional no pet. Entre as situações mais comuns está:

  • Mudança drástica de rotina ou de casa;
  • Maus tratos dos antigos tutores;
  • Abandono;
  • Chegada de um novo integrante na família;
  • Relação confusa com o tutor.

Esses traumas marcam o animal e deixam ele com insegurança, ansiedade e alteram o comportamento do pet. Dessa maneira, busque lidar com paciência e desenvolvendo uma rotina de vida mais saudável e segura para o animalzinho se sentir confortável.

Quando a ajuda extra é necessária?

Às vezes, mesmo com todo o amor e dedicação do mundo, a gente percebe que a questão é maior do que a nossa capacidade de resolver. E não tem nada de errado nisso. Afinal, a ansiedade pode ser uma condição complexa que precisa de uma equipe por trás.

O papel do veterinário: descartando dores físicas antes de tratar a mente

Muita gente pula essa etapa, mas eu não posso enfatizar o suficiente: a dor física causa ansiedade. Um cão com dor nas articulações, uma alergia que coça o corpo todo ou uma questão digestiva vai ficar irritado, inquieto e destruidor. 

Antes de achar que é só “comportamento”, leve seu filho de quatro patas ao veterinário para um check-up geral. Assim, muitas vezes, resolver uma questão física simples devolve a calma ao cão instantaneamente.

O uso de auxílios (feromônios e essências) de forma consciente

Hoje, existem excelentes auxiliares no mercado, como difusores de feromônios sintéticos (que imitam o cheiro da mãe quando o cão era filhote) ou essências florais que ajudam a equilibrar o ambiente. 

Portanto, eles funcionam muito bem como suporte, mas não fazem milagres sozinhos. Eles devem ser usados em conjunto com as mudanças na rotina que conversamos aqui. Pense neles como uma “ajudinha extra” para o seu CÃOpanheiro conseguir relaxar um pouco mais fácil.

A importância de um profissional se o caso for grave

Se o seu AUmigo está se machucando, se ele não come, se ele tenta fugir ou se a destruição é extrema e causa risco de vida, você precisa de um adestrador especializado em comportamento ou de um médico-veterinário comportamentalista. 

Esses profissionais estudam a fundo a mente canina e podem criar um protocolo de treino específico para o seu caso. Em resumo, buscar ajuda não é um sinal de fracasso. É, no entanto, o sinal máximo de que você faria qualquer coisa para ver o seu melhor amigo feliz.

Tem tratamento com remédios para cachorro com ansiedade?

O tratamento para ansiedade feito com remédios é prescrito por um médico-veterinário. O mais comum é adicionar uma rotina mais saudável na vida do pet. Em casos graves, o veterinário pode indicar medicamentos que auxiliem na recuperação da saúde emocional do animalzinho.

Não se esqueça que esse tratamento mais intenso, deve ser feito pela orientação de um profissional. Assim, você evita reações colaterais danosas no cão e garante uma recuperação real!

Como resolver a ansiedade em cachorro no passeio de carro?

O passeio de carro com o pet é uma forma de levar o pet a outros lugares e diverti-lo. Mas é importante entender que para fazer esse tipo de diversão é preciso ter algumas ações para melhorar a segurança sua e do pet. Então, separei alguns pontos que irão auxiliar você na hora de arrumar o cão para o passeio de carro, confira:

  • Use capas protetoras pet para carros;
  • Coloque cinto de segurança no cachorro;
  • Comece com curtas distâncias;
  • Leve refeições leves para o cão;
  • Tenha sempre água para suprir as necessidades do cãozinho.

Agora que você descobriu mais sobre esses sentimentos internos do cãozinho, você pode investir em atitudes que deixem claro o lugar que eles ocupam, para que o estado de alerta seja acionado só quando houver necessidade.

Com essas dicas e recomendações é muito provável que você irá notar uma melhora no quadro de ansiedade do seu amigo peludo. Mas lembre-se de consultar um profissional antes, tá bom? Ah, e nos conte depois como foi a experiência, vamos adorar estar por dentro de toda evolução!

Por hoje ficamos por aqui. Continue nos acompanhando para saber muitas outras novidades sobre o universo mais carinhoso desse mundão. Até!

O que mais saber sobre cachorro com ansiedade?

Veja outras dúvidas sobre o tema.

Castração ajuda ou atrapalha na ansiedade?

Depende do perfil do doguinho. Em alguns casos, a castração ajuda a reduzir comportamentos de marcação de território ou agitação por busca de parceiros, o que pode diminuir a ansiedade de cães machos muito dominantes. 

Porém, ela não é uma “cura mágica” para a ansiedade por separação ou medo. Assim, o comportamento é multicausal, e a castração deve ser avaliada com um veterinário para entender se faz sentido para o seu caso.

Passear de carro pode acalmar ou piorar?

Para alguns cães, o carro é um parque de diversões, mas para outros, é uma fonte de medo e enjoo. Se o seu peludinho fica ofegante, baba muito ou tenta pular do banco quando entra no veículo, o passeio de carro está gerando ansiedade. 

Comece com trajetos curtíssimos (apenas dar a volta no quarteirão) e recompense o cão por ficar calmo. Ainda mais, nunca force um cão com medo a andar de carro, pois isso só aumenta o trauma.

Quanto tempo é considerado “muito tempo” sozinho?

De fato, não existe uma regra de ouro, pois cada cão tem uma capacidade de tolerância diferente. No entanto, cães são animais extremamente sociais. Deixá-los sozinhos por mais de 6 ou 8 horas seguidas, todos os dias, é um desafio enorme para o emocional deles. 

Assim, se você trabalha fora, o ideal é investir em passeadores (dog walkers) ou creches pet. Isso, para quebrar esse tempo de isolamento e, além disso, garantir que ele tenha estímulos e companhia.

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