A doença do carrapato preocupa muitos tutores porque pode provocar alterações importantes no sangue e, nos quadros mais graves, comprometer diferentes órgãos.
O risco costuma aumentar quando há maior exposição a carrapatos, mas não deve ser tratado como um problema exclusivo do verão: algumas espécies, especialmente o carrapato-marrom-do-cão, conseguem se manter em ambientes frequentados pelos pets e exigem controle contínuo.
E como nossos bichinhos adoram brincar, passear e explorar áreas abertas, eles podem acabar ficando expostos aos carrapatos sem que o tutor perceba imediatamente. Quintais, canis, frestas, áreas com vegetação e locais frequentados por outros animais podem favorecer esse contato.
Quando não é diagnosticada e tratada adequadamente, uma infecção transmitida por carrapatos pode causar complicações sérias. Por isso, febre, fraqueza, palidez, sangramentos, falta de apetite, urina escura, mucosas amareladas ou queda importante na disposição merecem avaliação veterinária.
Para te ajudar a entender esse cenário sem alarmismo e sem promessas, aprofundamos este guia com os principais pontos sobre diagnóstico, tratamento, prognóstico, recuperação e prevenção de novas infecções. A ideia é dar clareza ao matilheiro, sem substituir a consulta com o médico-veterinário.
O que é a doença do carrapato e por que o diagnóstico correto importa?
“Doença do carrapato” é um nome popular usado para diferentes infecções transmitidas por carrapatos. No dia a dia dos cães, duas das mais conhecidas são a erliquiose e a babesiose. Elas podem provocar sinais parecidos, mas são causadas por agentes diferentes e não devem ser tratadas como se fossem a mesma enfermidade.

A erliquiose canina é causada por bactérias do gênero Ehrlichia. A forma monocítica associada à Ehrlichia canis tem como importante vetor o carrapato-marrom-do-cão, Rhipicephalus sanguineus.
Já a babesiose é causada por protozoários do gênero Babesia, que parasitam principalmente as hemácias. Por isso, embora as duas possam afetar o sangue, o mecanismo da doença, os testes utilizados e os medicamentos escolhidos pelo veterinário não são necessariamente iguais.
O Manual MSD de Veterinária descreve a erliquiose como uma infecção transmitida por carrapatos que pode causar alterações hematológicas, sangramentos, febre e outros sinais sistêmicos.
Essa diferença é importante porque o termo popular não revela sozinho qual agente está presente. Se você quiser entender melhor a visão geral, os sintomas e as formas de apresentação, vale consultar também nosso guia sobre os sintomas da doença do carrapato.
| Ponto de comparação | Erliquiose | Babesiose |
|---|---|---|
| Agente | Bactérias do gênero Ehrlichia | Protozoários do gênero Babesia |
| Estruturas mais relacionadas às alterações | Leucócitos, plaquetas e, nos casos crônicos, medula óssea | Hemácias, com risco de hemólise e anemia |
| Achados que podem chamar atenção | Febre, apatia, sangramentos, queda de plaquetas e alterações de leucócitos/hemácias | Febre, fraqueza, anemia, icterícia e urina escura em alguns quadros |
| Exames que podem ser usados | Hemograma, citologia, sorologia e PCR, conforme o caso | Hemograma, esfregaço sanguíneo, PCR e outros testes conforme a suspeita |
| Tratamento específico | Antimicrobiano direcionado à Ehrlichia, com suporte quando necessário | Antiprotozoário adequado à espécie de Babesia, com suporte quando necessário |
A tabela ajuda a visualizar por que não existe um “remédio único para doença do carrapato”. Mesmo quando dois cães apresentam sintomas parecidos, eles podem precisar de investigações e tratamentos diferentes.
Como a erliquiose pode evoluir?
A erliquiose por Ehrlichia canis é tradicionalmente descrita em formas aguda, subclínica e crônica. Isso não significa que todo cachorro obrigatoriamente passará por uma sequência rígida. Alguns cães eliminam ou controlam a infecção, enquanto outros podem evoluir para quadros persistentes e mais complexos.
- Forma aguda: pode ocorrer nas primeiras semanas após a infecção e trazer febre, apatia, aumento de linfonodos, alterações de plaquetas e sinais de sangramento.
- Forma subclínica: o cão pode aparentar estar bem, embora alterações laboratoriais ou evidências de contato com o agente ainda possam ser identificadas.
- Forma crônica: é menos comum, mas pode envolver alterações mais importantes, como comprometimento da medula óssea e redução simultânea de diferentes células sanguíneas.
O que acontece na babesiose?
Na babesiose, os protozoários do gênero Babesia invadem as hemácias. A destruição dessas células pode causar anemia, fraqueza, febre, icterícia e, em determinados quadros, urina escura devido à presença de pigmentos relacionados à destruição das hemácias.
A gravidade varia conforme a espécie de Babesia, a resposta do organismo e as condições do cão. O Manual MSD de Veterinária sobre babesiose destaca que a doença pode variar de quadros leves e transitórios a formas agudas potencialmente fatais.

Os sintomas podem se sobrepor. Falta de apetite, prostração e febre, por exemplo, não identificam sozinhos qual agente está envolvido. A falta de apetite nos cães também aparece em muitas outras situações. É justamente por isso que observar o comportamento ajuda, mas não substitui exames e avaliação clínica.
A doença do carrapato tem cura?
Em muitos casos, sim. Cães com erliquiose ou babesiose podem apresentar boa recuperação quando recebem diagnóstico correto e tratamento adequado, principalmente antes de surgirem complicações graves.
Porém, a pergunta “tem cura?” precisa ser respondida com uma ressalva importante: cura clínica, normalização dos exames e eliminação completa do agente não são exatamente a mesma coisa.
Um cachorro pode voltar a comer, ficar mais ativo e deixar de ter febre antes que o hemograma esteja totalmente normal. Em outros casos, especialmente nas formas crônicas da erliquiose, alterações sanguíneas podem levar mais tempo para se recuperar.
Na babesiose, dependendo da espécie envolvida, o tratamento pode controlar os sinais clínicos e reduzir a quantidade de parasitas sem necessariamente garantir eliminação completa do agente em todos os cães.
A doença do carrapato pode se curar sozinha?
Não é seguro esperar que isso aconteça. Alguns cães podem apresentar poucos sinais ou entrar em uma fase subclínica, e determinadas infecções podem ser controladas pelo próprio organismo.
Mas essa possibilidade não permite prever, em casa, quem ficará bem e quem evoluirá para anemia, sangramento, comprometimento de medula ou outras complicações.
Se houver suspeita de doença do carrapato, o caminho seguro é avaliação veterinária e acompanhamento do hemograma e dos testes indicados.
Quando a chance de recuperação costuma ser melhor?
De modo geral, o cenário tende a ser mais favorável quando a doença é reconhecida cedo, o cachorro ainda não apresenta anemia ou sangramento intensos, não há comprometimento importante de órgãos e o tratamento é iniciado de forma direcionada.
Na erliquiose aguda, a resposta clínica ao antimicrobiano apropriado pode aparecer rapidamente, embora o acompanhamento laboratorial continue sendo importante.
Quando o prognóstico exige mais cautela?
O prognóstico merece mais cautela quando existem pancitopenia, anemia intensa, hemorragias, alterações neurológicas, comprometimento renal, fraqueza extrema ou necessidade de transfusão.
Na erliquiose crônica, a medula óssea pode estar comprometida e produzir menos células sanguíneas, tornando a recuperação mais lenta e complexa. Já na babesiose, a destruição intensa das hemácias pode resultar em anemia grave e necessidade de suporte hospitalar.
Por isso, frases absolutas como “a doença do carrapato sempre tem cura” ou “não tem cura” não ajudam o tutor. O correto é avaliar qual doença foi diagnosticada, em que estágio ela está e como o organismo está respondendo.
Como o veterinário confirma a doença do carrapato?
O diagnóstico começa pela história do animal, pelos sinais clínicos e pelo exame físico, mas normalmente precisa de exames laboratoriais. Um hemograma pode mostrar pistas importantes, como queda de plaquetas, anemia ou alterações dos leucócitos, porém essas mudanças também aparecem em outras doenças.
Portanto, o exame de sangue básico ajuda muito, mas não identifica sozinho todos os casos nem define automaticamente qual agente está presente.
Conforme a suspeita clínica, o médico-veterinário pode combinar diferentes ferramentas. A escolha depende do momento da infecção, do agente suspeito e do quadro do cachorro.
- Hemograma: avalia plaquetas, hemácias, leucócitos e outras alterações importantes para medir a repercussão da doença.
- Bioquímica sanguínea: pode ajudar a verificar repercussões em rins, fígado, proteínas séricas e outros sistemas.
- Esfregaço sanguíneo: em alguns casos permite visualizar estruturas compatíveis com determinados agentes, mas sua sensibilidade é limitada.
- Sorologia: detecta anticorpos e pode demonstrar exposição, mas um resultado positivo não significa necessariamente doença ativa naquele momento.
- PCR: pesquisa material genético do agente e pode ajudar na identificação mais específica, embora também tenha limitações e possa sofrer influência do estágio da infecção e de tratamentos já iniciados.
No caso da erliquiose, o Manual MSD descreve citologia, sorologia e PCR entre as ferramentas diagnósticas utilizadas. Isso mostra por que um único resultado isolado deve ser interpretado junto com o quadro clínico e os demais exames.

Como é feito o tratamento da doença do carrapato?
O tratamento não deve ser escolhido apenas pelo nome popular “doença do carrapato”. Como erliquiose e babesiose possuem agentes diferentes, o protocolo precisa ser direcionado ao diagnóstico mais provável ou confirmado.
Além do medicamento contra o agente infeccioso, alguns cães precisam de suporte para controlar anemia, desidratação, sangramentos, febre ou comprometimento de órgãos.
Como é tratado um quadro de erliquiose?
Na erliquiose, a doxiciclina é uma das principais opções utilizadas na medicina veterinária. Protocolos de referência costumam prever tratamento por várias semanas, mas dose, intervalo, duração, apresentação do medicamento e necessidade de suporte devem ser definidos pelo médico-veterinário para aquele cão. Não é seguro copiar doses da internet ou utilizar sobras de antibiótico de outro tratamento.
Além do antimicrobiano, o profissional pode precisar acompanhar hemograma e outras alterações. Em casos com hemorragia importante, anemia grave ou queda acentuada de células sanguíneas, pode ser necessário suporte mais intensivo, inclusive transfusão em situações selecionadas.
O Manual MSD de Veterinária também destaca a importância do tratamento de suporte quando há sangramentos ou doença crônica complicada.
Como é tratado um quadro de babesiose?
A babesiose exige medicamentos antiprotozoários e a escolha varia conforme a espécie de Babesia e o contexto clínico. Em algumas formas caninas, o imidocarb é utilizado; em outras, podem ser necessários protocolos diferentes. Por isso, tratar babesiose como se fosse apenas “mais uma infecção que pede antibiótico” é um erro.
O Companion Animal Parasite Council (CAPC) descreve diferenças de tratamento conforme o grupo de Babesia envolvido e ressalta que alguns cães podem permanecer portadores mesmo depois da melhora clínica. Nos quadros com anemia intensa, transfusão e outras medidas de suporte podem ser necessárias.
Por que o controle dos carrapatos faz parte do tratamento?
Tratar o agente e ignorar os carrapatos deixa o cachorro exposto a novos contatos e mantém o ambiente como fonte de risco.
Por isso, o veterinário também pode orientar um produto antiparasitário apropriado para o animal e medidas de controle ambiental. A escolha precisa considerar peso, idade, espécie, rotina e outros animais da casa.

Quanto tempo leva para o cachorro se recuperar?
Não existe um único prazo de recuperação. Alguns cães apresentam melhora clínica nos primeiros dias depois do início do tratamento correto, enquanto outros precisam de semanas ou até meses para normalizar completamente determinadas alterações laboratoriais.
O tempo depende da doença envolvida, do estágio, da intensidade da anemia ou da queda de plaquetas e da resposta individual.
Na erliquiose aguda, por exemplo, a febre pode responder rapidamente ao antimicrobiano apropriado. Em formas crônicas, porém, alterações hematológicas podem persistir por meses mesmo depois de o cachorro parecer melhor.
Isso explica por que interromper o tratamento por conta própria assim que o pet “volta ao normal” pode ser uma decisão perigosa.
Melhorar dos sintomas significa que o cachorro está curado?
Não necessariamente. A melhora clínica é uma excelente notícia, mas o veterinário pode solicitar novos exames para conferir se plaquetas, hemácias e outros parâmetros estão se recuperando. Dependendo do agente, também pode haver necessidade de acompanhamento específico para avaliar persistência da infecção.
O retorno veterinário é especialmente importante quando o cão teve anemia, sangramento, alteração renal, icterícia, perda de peso intensa ou quadro crônico. A frequência dos exames deve ser individualizada: não existe um calendário único que sirva para todos.
Quais sinais indicam que a doença do carrapato pode estar grave?
A doença transmitida por carrapatos pode começar com sinais inespecíficos e depois evoluir. O tutor não precisa tentar determinar em casa se é erliquiose, babesiose ou outro quadro; o mais útil é reconhecer sinais de alerta que justificam atendimento veterinário rápido.
- fraqueza intensa, dificuldade para ficar em pé ou desmaio;
- mucosas muito pálidas ou amareladas;
- sangramento pelo nariz, gengiva, urina ou fezes;
- pontos avermelhados ou arroxeados na pele e nas mucosas;
- urina muito escura;
- febre associada a prostração importante;
- respiração difícil ou muito acelerada em repouso;
- convulsões, desorientação ou outros sinais neurológicos;
- recusa persistente de água e alimento.
Esses sinais não são exclusivos da doença do carrapato, mas podem indicar comprometimento sistêmico e não devem ser tratados apenas com receitas caseiras ou medicamentos sem avaliação. Quando o cachorro está muito abatido, a prioridade é identificar rapidamente a causa e estabilizar o quadro.
A doença do carrapato pode deixar sequelas?
Pode haver alterações persistentes ou complicações depois da fase mais intensa, mas nem toda alteração que demora a normalizar é uma sequela permanente. Em alguns cães, anemia, queda de plaquetas, perda de peso e cansaço levam tempo para desaparecer.
Em quadros mais graves, principalmente quando houve comprometimento renal, ocular, neurológico ou de medula óssea, a recuperação pode exigir acompanhamento prolongado.
Na erliquiose crônica, o envolvimento da medula óssea é uma das razões para o prognóstico ser mais reservado. O Manual MSD descreve hipoplasia de medula e pancitopenia entre as alterações que podem aparecer nessa forma da doença. Isso reforça a importância de não avaliar recuperação somente pelo comportamento do cão.
O cachorro pode voltar à vida normal depois do tratamento?
Muitos cães voltam à rotina normal após tratamento e acompanhamento adequados. A retomada de passeios, exercícios e outras atividades deve acompanhar a recuperação clínica, especialmente se houve anemia ou fraqueza.
Nos primeiros dias, o descanso e a observação do apetite, ingestão de água, urina, fezes e disposição ajudam o tutor a perceber mudanças importantes.
O cachorro pode pegar doença do carrapato novamente?
Sim. Um cachorro que já teve uma doença transmitida por carrapato não deve ser considerado protegido para sempre. Ele pode voltar a se expor a carrapatos infectados e adquirir uma nova infecção.
Além disso, alguns agentes podem permanecer no organismo em níveis baixos, dependendo da enfermidade e da resposta ao tratamento.
Por esse motivo, prevenção e acompanhamento continuam importantes mesmo depois da melhora. Um teste positivo no futuro também precisa ser interpretado pelo veterinário, porque alguns exames detectam anticorpos de contato anterior e não necessariamente comprovam doença ativa naquele momento.
Como prevenir a doença do carrapato depois da recuperação?
O melhor caminho é reduzir a exposição aos carrapatos e interromper o ciclo do parasita no animal e no ambiente. A prevenção precisa ser contínua, não apenas quando aparece um carrapato visível.
O carrapato-marrom-do-cão pode completar seu ciclo em ambientes frequentados por cães, então uma infestação pode envolver muito mais do que os parasitas encontrados no pelo.
Temos um conteúdo específico sobre como evitar carrapato em cachorro, onde essa prevenção pode ser aprofundada sem desviar o foco deste guia sobre cura e tratamento.
- examine o corpo do cão regularmente, principalmente depois de passeios em áreas com vegetação;
- converse com o veterinário sobre a estratégia antiparasitária mais adequada para idade, peso, rotina e saúde do seu pet;
- mantenha ambientes de descanso, canis, frestas, rodapés e áreas externas sob inspeção quando houver histórico de infestação;
- trate todos os animais da casa conforme orientação profissional quando houver infestação ambiental;
- remova carrapatos aderidos de forma segura e higienize as mãos após o procedimento.
Se você encontrou um parasita preso ao pet, veja também nosso guia sobre como tirar carrapato do cachorro. Para reconhecer as espécies mais comuns sem misturar identificação com tratamento, consulte ainda o conteúdo sobre tipos de carrapato.

O que não fazer quando há suspeita de doença do carrapato?
Na vontade de ajudar o AUmigo rapidamente, é fácil recorrer a soluções que parecem simples. Porém, como existem diferentes agentes, estágios e graus de gravidade, algumas atitudes podem atrasar o diagnóstico ou mascarar sinais importantes.
- Não reutilize antibióticos ou antiparasitários que sobraram de outro tratamento.
- Não interrompa o medicamento antes do prazo apenas porque o cachorro parece melhor.
- Não tente ajustar a dose em casa com base apenas no peso estimado do animal.
- Não considere um teste isolado como diagnóstico definitivo sem interpretação veterinária.
- Não espere aparecer sangramento ou anemia grave para procurar atendimento se o cão estiver abatido e tiver histórico de carrapatos.
Quanto mais cedo o quadro for investigado, maior a chance de o veterinário identificar o agente, medir a gravidade e escolher uma conduta compatível com o que o cachorro realmente precisa.
Como deixar o cachorro mais confortável durante a recuperação?
O tratamento da doença do carrapato é veterinário, mas o ambiente de casa também pode contribuir para uma recuperação mais tranquila.
Um espaço limpo, protegido de extremos de temperatura, com água disponível e um local confortável para descansar ajuda o pet a poupar energia enquanto se recupera. Esses cuidados não tratam a infecção nem substituem medicamentos; servem apenas como apoio ao bem-estar.
Se o cão estiver anêmico ou muito cansado, evite forçar passeios e brincadeiras até a liberação do veterinário. Observe também se ele consegue se levantar, beber água, comer e descansar sem desconforto. Mudanças bruscas na disposição devem ser comunicadas ao profissional responsável.
Continue navegando pelo nosso blog para conhecer outros cuidados com a saúde do seu filho de quatro patas. Se quiser ampliar a visão sobre problemas que merecem atenção veterinária, confira também as doenças mais comuns em cachorros.
Quais itens podem deixar o cantinho de descanso mais aconchegante?
Durante a recuperação, conforto não substitui tratamento, mas pode ajudar o pet a descansar em um espaço mais agradável. Abaixo estão alguns itens da Líder da Matilha para compor esse cantinho sem prometer qualquer efeito terapêutico.








Respostas de 2
Queria saber como cuidar do cachorro se colocar fraldas e como ajudar o pet a fazer o número 1 e porque a doença afeta as pernas o quadril do pet
Oi! 💛
Antes de tudo, sentimos muito que seu pet esteja passando por isso. A doença do carrapato realmente pode afetar o sistema nervoso e os músculos, por isso alguns cães têm dificuldade de firmar as patas ou levantar o quadril — mas apenas um veterinário consegue avaliar exatamente o que está acontecendo no caso dele.
Sobre os cuidados no dia a dia: alguns tutores usam fraldas para evitar sujeira enquanto o cão se recupera, mas é importante trocar com frequência e manter a pele bem seca para evitar assaduras. Já para ajudar no “número 1”, muitos pets precisam de apoio físico, como segurar suavemente o quadril ou usar uma alça/arnês de sustentação, até que consigam se equilibrar melhor.
Como somos um e-commerce de produtos pet, não podemos orientar tratamentos, mas recomendamos fortemente que você converse com o veterinário que acompanha o seu cãozinho. Ele poderá indicar o melhor cuidado, os exercícios e os medicamentos para que ele se recupere da melhor forma possível. 💛🐾
Se precisar de produtos que ajudem nessa fase — como mantas impermeáveis, capas protetoras ou acessórios de apoio — estamos aqui para ajudar.